DEZEMBRO 2020 A JUNHO 2021

Com  o ano prestes a terminar, este é um bom momento para mudar o seu destino, nem que seja por dois dias apenas.

 ONDE DORMIR

PÁTIO DA FIGUEIRA


Instalada numa antiga Quinta Rural, a 4km da cidade de Torres Vedras, o Pátio da Figueira é uma casa acolhedora com ambiente campestre onde é possível pernoitar com todo o conforto. Os quartos têm uma decoração rústica e vista sobre os campos envolventes, onde a primeira linha de defesa define o horizonte. No pátio da casa encontra-se uma figueira que deu o nome ao estabelecimento.

O Pátio da Figueira é um alojamento local que dispõe de 18 quartos (duplos, triplos e twin) e revela-se como um refúgio perfeito para apreciar tudo o que de bom esta região tem para oferecer.

De porta aberta desde a década de 90, oferece um serviço de alojamento e pequeno-almoço que se distingue pela simplicidade e qualidade e pelo prazer de bem receber.

Estrada Nacional 9, 35 – Gibraltar
2560-122 Ponte do Rol, Torres Vedras
(+351) 261 332 264
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 ONDE COMER

RESTAURANTE PATANISCA


Localizado no centro histórico da cidade de Torres Vedras, em plena Rua 9 de Abril (antiga Estrada Real que ligava Torres Vedras a Lisboa e que urgia defender das tropas invasoras), o restaurante “Patanisca” destaca-se não só pela sua decoração interior como também pela qualidade e variedade da sua oferta gastronómica, que certamente não o irá deixar indiferente. 
Este é um projeto de vida de jovens empreendedores que olham para o futuro ancorados na tradição do território e da história deste lugar. Não ficaram indiferentes à importância e ao potencial das Linhas de Torres enquanto produto turístico e investiram na criação de uma experiência gastronómica que remete para sabores temperados de estórias que que se contam à mesa. 
Nesta moderna taberna encontrará o sítio ideal para uma experiência gastronómica de época num ambiente caloroso, acolhedor e com alma.

Rua 9 de Abril nº 27 b
2560-301 Torres Vedras
Phone: +351 261 315 219
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 O QUE FAZER

TAPADA DE MAFRA


D. João V, o “Rei Magnânimo” (1689-1750), mandou construir um Palácio-Convento na Vila de Mafra em cumprimento da promessa que fez caso a Rainha lhe desse descendência.

Este grandioso monumento, construído numa época de grande prosperidade real em resultado da exploração de ouro e diamantes do Brasil, constitui uma obra-prima do Barroco Português.

Com programas dirigidos às famílias, muitas são as atividades de que pode usufruir nesta floresta encantada. Aventure-se em caminhadas seguindo um dos três percursos existentes; alugue uma bicicleta e sinta o vento no rosto enquanto percorre os trilhos; passeie numa charrete, num ambiente romântico e acompanhado pelas sonoridades da Natureza. Se quiser conhecer os trilhos do Rei D. Carlos, apanhe boleia num carro elétrico e passe pelos cantos e recantos que ficaram marcados pela sua presença.

Aqui vai encontrar o lugar ideal para passar uma tarde em família ou a dois!

Portão do Codeçal
2640-602 Mafra
(+351) 261 814 240
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 O QUE VISITAR

CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DAS LINHAS DE TORRES - TORRES VEDRAS


O Centro de Interpretação das Linhas de Torres Vedras pretende valorizar o papel fulcral do sistema defensivo das Linhas de Torres Vedras para o desfecho da Guerra Peninsular e prestar um tributo ao sacrifício de milhares de portugueses – homens, mulheres e crianças – que construíram mais de uma centena de fortificações ou que foram atingidos pela política de terra queimada. Pessoas que, com grande sacrifício, deixaram para trás as suas casas e colheitas, partindo rumo a Lisboa, num exílio forçado mas necessário à vitória anglo-lusa.

O Centro de Interpretação das Linhas de Torres Vedras – Forte de São Vicente é constituído por três núcleos expositivos: "As comunicações nas Linhas de Torres e friso cronológico", "As Linhas de Torres Vedras" e "A queda de Napoleão".

A par dos núcleos expositivos, é possível no auditório a visualização de um filme documental traçando o enquadramento histórico das Invasões Francesas, com destaque para a 3.ª Invasão, o exílio da população e o sistema defensivo a norte de Lisboa.

(+351) 261 320 754
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FORTE DE S. VICENTE


Construído em 1809 e considerado como uma das obras militares mais importante e de maior dimensão de todo o sistema defensivo, o Forte de S. Vicente era munido por 26 peças de artilharia e por um contingente militar de 2000 a 2200 homens, podendo acolher cerca de 4000 soldados. Possuía no seu interior um telégrafo ótico, o qual permitia uma rápida comunicação com o Forte do Grilo e com o Posto de sinais erigido na Serra do Socorro, posto de comando mais próximo do Quartel-General de Wellington.

(+351) 261 320 754
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IGREJA E CONVENTO DE N. SRA. DA GRAÇA


Fundado no século XVI por eremitas de Santo Agostinho, alberga atualmente o Museu Municipal Leonel Trindade. Na igreja destaca-se o retábulo da capela-mor e o túmulo de S. Gonçalo de Lagos, padroeiro da cidade. O Claustro do Convento é revestido por um magnífico conjunto de painéis de azulejos do século XVIII alusivos à vida de D. Frei Aleixo de Menezes, constituindo provavelmente o maior conjunto de azulejos historiados setecentistas, com uma narrativa única, de todo o país.

Aquando da primeira invasão francesa, foi instalado um hospital de campanha no convento e a igreja convertida como armazém, a cargo do comissariado britânico, por ordem de Sua Majestade Britânica.

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JARDIM DO CERCO


Originalmente cerca conventual, construído por António Rebelo da Fonseca por ordem de D. João V, o Jardim do Cerco, de estilo barroco, é um espaço histórico de recreio e lazer, compreendendo uma mata, horto botânico, jardim formal e áreas de lazer, dispostos geometricamente formando canteiros bem repartidos por amplas ruas, com aproximadamente nove hectares. A atual conceção do espaço foi realizada pelo jardineiro francês Jean Baptiste Désiré Bonard, no decurso do século XIX, tendo sido introduzidas novas espécies arbóreas exóticas. Espelhos de água, árvores notáveis, o jogo da bola e uma nora centenária ainda em funcionamento são alguns dos atrativos deste jardim. Este local é a transição perfeita entre a vastidão da Tapada e a monumentalidade do Palácio-Convento, que se ergue num dos seus flancos.

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 A NÃO PERDER

V CICLO DE ÓRGÃO DE TORRES VEDRAS


Composto por grandes concertos, onde o Órgão histórico, construído em 1773 por Bento Fontanes, é convidado a dialogar com outros instrumentos e com outras realidades artísticas, num autêntico “cruzamento” de artes e de áreas. Os concertos serão comentados, conferindo interação, num espaço mágico como é o da Igreja da Misericórdia. Conta este ano com a participação do organista polaco Norbert Itrich, do Coro Notas d`Alta, da violinista Zófia Pajak e uma apresentação da Escola de Música Luís António Maldonado Rodrigues, instituição torriense de referência no ensino da música.

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