
"Linhas que unem" mostra-nos que o património das Linhas de Torres também se vive através de práticas culturais contemporâneas e acessíveis.
Trazemos-lhe alguns dos momentos visuais mais cativantes dos três dias de deslumbre criativo da última edição do Festival Novas Invasões.
Alguns percursos medem-se em quilómetros, outros em visão. O de José Alberto Quintino teve muito de ambos. Uma conversa obrigatória na hora da despedida.
Na Padaria da Vila, em Vila Franca de Xira, Cláudia e Paulo juntaram-se à Rota Histórica para criar o Biscoito das Linhas.
Sobranceiro à Ponta de S. Lourenço, o Golfinho Azul oferece uma daquelas vistas que obrigam a abrandar o ritmo e a aceitar que a refeição não se faz apenas com talheres.
Um casal à procura de sossego, uma família com crianças, ou simplesmente quem queira parar um pouco: o Casal dos Mochos adapta-se facilmente a diferentes ritmos e companhias.
O Palácio do Morgado, que alberga um polo cultural e uma biblioteca em Arruda dos Vinhos, conta uma história de amor entre o património e a cultura.
Erguendo-se numa plataforma natural, é um daqueles lugares onde a vista ajuda a perceber de imediato a lógica estratégica que presidiu à construção das Linhas.
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Visite connosco a Quinta do Sanguinhal: um lugar onde o passado integra o presente, com naturalidade, tradição e uma elegância sem ruído.
Descarregue a app, aperte o cinto de segurança e aliste-se num exército da Guerra Peninsular.
Porque toda a gente sabe que não somos capazes de enganar ninguém, lançámos a nossa Agenda dos Itinerários Napoleónicos no Primeiro de Abril.